14.2.06

Sabe a Trip Girl de fevereiro? (não, não é o Iggy Pop, po!)




Eu cliquei antes!

;)

13.2.06

Lá se vão dois anos que eu não atualizo esse blog. Resolvi retomar, e apagar os posts antigos, e começar do zero.

Mas foi tão engraçado encontrar esse post aqui de baixo ao apagar os demais... resolvi manter esse.

2006 começou metendo o pé na porta. No dia 2/1 eu saí da casa dos meus pais e fui morar com um amigo da vida que me convidou pra dividir apartamento. Não precisei pensar muito pra aceitar, afinal, leia aí embaixo, eu já queria um cantinho meu há tempos.

Engraçado foi que a minha irmã saiu de casa uma semana depois. Grávida, resolveu casar e ir morar perto do trabalho e longe dos meus pais. E olha que eu pensava que meu irmão podia casar... esse tá lá, ainda debaixo das asas de mamãe.

Sair de casa e vir morar mais perto do Centro de São Paulo tem me proporcionado coisas muito bacanas. A primeira delas: dar adeus pro meu querido carrinho e depender de transporte público e de minhas próprias pernas. Chega de levar uma hora e meia pra ir e outra hora pra voltar do trabalho. Agora, em 20 minutinhos eu chego a qualquer lugar.

A segunda: receber os amigos em casa. Não tem coisa mais gostosa. Todo mundo jogado no chão da sala, bebendo, falando bobagem, vendo TV... felicidade é isso aí, é dar risada com os mais queridos. Não precisa muita coisa.

A terceira: cuidar do meu próprio nariz. A quarta: deixar meu quarto como eu quiser. A quinta: ficar pensando em soluções práticas e baratas para mobiliar a casa. A sexta, a sétima, a oitava... só coisas muito bacanas na minha vidinha nova.

É bom ver a vida andando pra frente... :)

É bom voltar com o blog. ;)

1.6.04

Quero uma parede psicodélica

Talvez sejam os programas idiotas que eu tenho assistido na TV, ou então o fim da faculdade. Ou é a idade, não sei, mas ando com uma vontade muito grande de ter o meu canto, só meu.

Não necessariamente uma casa só minha, eu não sei se estou pronta pra sair debaixo das asas da minha mãe, mas queria ter um quarto só meu, um espacinho só meu.

Sempre dividi tudo com minha irmã. Quando pequena eu detestava, meu sonho era poder ter um quarto só pra mim, nem que fosse um quarto-favela construido com madeira e papelão no fundo do quintal.

Cresci e passei a não achar tão ruim esse compartilhamento. Até porque de tempos em tempos também compartilhamos segredos, histórias, roupas, maquiagens, bolsas, sorrisos.

Mas agora... ai, é difícil ter os móveis iguais aos da irmã, e a colcha, e a porta do armário. E sempre foi assim, desde sempre, desde que me conheço por gente. Tínhamos berços iguais, e cômodas, e almofadas, e tudo. E nem somos gêmeas! Acho que entendo um pouco a aflição daquelas crianças vestidas iguaizinhas, socorro.

Eu fico pensando que se meu irmão - que é mais velho - se casasse, se mudasse, fosse pra sei lá onde, eu poderia ocupar o quarto dele. E pintar as paredes do meu jeito, comprar uma cama de casal, mudar os móveis, colocar minhas fotos mais bonitas na parede, fazer meu cantinho de trabalho e encher o quarto com meus livros, que hoje não cabem no espacinho compartilhado.

Ai ai, Freud explica? Alguém chama um analista? Vai demorar pra Rach vir pra São Paulo no feriado cuidar de mim?